sábado, 8 de maio de 2010

Outono

O sol. Ah, como brilhava! Me olhava como se quisesse dizer algo. E o céu tão azul, como há muito não via. Não sei dizer porque, mas me prendi naquele entardecer. Inerte. A pensar, a  observar. Apenas ouvindo e sentindo. Não sei se me deu alegria ou tristeza, mas me trouxe um pouco de paz, de certo. Há uma  breve emoção me tomando neste momento. Não sei porque , e não creio que seja ruim. Quando olho ao meu redor só vejos coisas boas; porque elas não conseguem me contagiar? Está tudo bem. Só que eu não consigo ver assim...

Um anjo para me guiar. Um ser que me leve. Talvez o sol brilhe por mim. Que me leve. As estrelas que iluminarão minhas noites de glória. Que me levem. O céu azul, azul até demais. Que me abençôe com lindos dias. Devo acreditar no sol: ele se põe e depois nasce majestoso. Devo buscar a paz de que eu tanto necessito.

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