quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Primavera-...


"Cuando yo era chico me encantaban los guisos de Tina, ella siempre los preparaba a la noche. Yo me ponía re contento porque sentía el olorcito. Pero cuando me sentaba a comer ella me servía otra cosa, y yo le decía “¿y el guiso?”, y ella me respondía “el momento correcto para comer el guiso es mañana”. Pero tenía razón, al día siguiente no sabes lo que era ese guiso, tremendo. 
Así aprendí que las cosas buenas hay que saber esperarlas. No hay nada de malo en que las cosas que uno desea lleguen más tarde de lo esperado. 
Cuando lo que querés tarda en llegar, el deseo crece, se fortalece. Y ahí tu corazón se prepara para recibir eso que tanto esperás. 
Si no estás listo para lo que deseas, es como comer una frutilla verde, es amarga, no la disfrutas. 
Hay cosas que llegan más tarde de lo esperado, y eso te da ansiedad, frustración, pero por algo es eso. Por algo hay cosas que se hacen esperar. 
Cuando menos las esperas, quizá cuando ya renunciaste a alcanzar ese deseo, es cuando la vida, el destino, lo que sea te sorprende. Y esas sorpresas son las que más se disfrutan, las que llegan cuando menos las esperas. 
Las cosas buenas llegan tarde, dan trabajo, esfuerzo, dedicación. Cuando uno sabe que lo que viene es bueno, la espera no es una agonía, es una fiesta. 
Saber esperar es saber desear. Queremos todo ya, la comida ya, los resultados ya, levantar el tubo del teléfono y que venga un delivery y te traiga la felicidad, ahora. 
El deseo se vuelve más fuerte cuando uno se toma el tiempo de desear. Si entre el deseo y la realización no hay tiempo, el deseo se vuelve débil, descartable. 
Asique será hoy, mañana, en un tiempo, en el momento exacto, más tarde de lo esperado, pero eso es muy bueno."
Thiago- Casi angeles

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Primavera-Sobre a guerra

"Como começa uma guerra? Tudo começa com uma diferença de critérios, uns pensam uma coisa, outros pensam outra; mas depois, alguns querem impor seus critérios e começam as discussões. E em um momento se deixa de raciocinar, e começam os enfrentamentos. É só ter algo que imponha um critério à força e está feito, já começou a guerra. Em uma guerra só se pode desejar algo de paz.
 Nada transmite mais paz do que voltar à casa. Voltar ao seu lugar, aos seus cheiros, voltar aos que você ama e aos que te amam, isso traz muita paz.
(...) Voltar à casa tem uma mescla de melancolia e felicidade; melancolia por todo o novo que deixamos pra trás, e felicidade por voltar à casa, porque em casa sempre há algo de paz. "

*Com todos os conflitos rondando o mundo e trazendo mais uma primavera, penso se o nascimento que essa primavera representaria será, de fato, um nascer para esses povos. Não sei se a essas revoltas podemos chamar de guerra, mas a guerra me veio à mente agora e remonta a um livro que li há pouco. Em "O menino do dedo verde", Maurice Druon cita a guerra: "Como só se falava em voz baixa, Tistu entendeu que a guerra devia ser uma coisa feia, uma doença de gente grande, pior que a embriaguez, mais cruel que a miséria, mais perigosa que o crime."
Creio que a libertação de uma ditadura seja uma única razão para comemorarmos o fim de conflitos violentos, que deixaram tantas marcas numa população já marcada pela opressão e pelas péssimas condições de vida.
Os traumas de meses de uma guerra civil ficarão nas mentes daquelas crianças. Que elas possam voltar às suas casas e encontrar algo de paz...
Bom mesmo seria se a liberdade e a dignidade de todos os cidadãos ao redor do mundo fossem conseguidas sem pegar em armas...sonhos de uma vida!

Larissa T.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Primavera-Sobre a fé

Ah, a primavera...


" A falta de fé é falta de luz, porque a fé é acreditar em algo, ainda que não possamos ver.
Perder a fé é acreditar que o que não aconteceu não acontecerá nunca.
A fé é uma conquista que se põe à prova todos os dias. Aquele que a perde pode perder um jogo ainda que esteja ganhando.
Se alguém perde a fé, se entrega à morte.
Dizem que a fé move montanhas, mas uma montanha de fé move muito mais. Se você acredita em algo, por mais que te digam que estás louco, não duvides, tenhas fé. Não há nada pior que se dar por vencido, quando se vê tudo negro, quando não se pode ver a saída, quando se acredita que não vale a pena seguir acreditando...
Feche os olhos bem forte, siga e tenha fé. O segredo de tudo é a fé. A fé em que sua sorte pode mudar.
A vida colocará tua fé à prova uma e mil vezes, só depende de quanta fé tenhas no que queres, de quanta fé tenhas em vós, de quanta fé tenhas na vida.
Murphy diz que os acontecimentos casuais costumam acontecer todos juntos. Eu prefiro acreditar que é uma questão de fé."


Aprendi com essas duas últimas primaveras que a fé podia me fazer melhor. Ela pôde me aperfeiçoar, me fez acreditar mais, esperar mais, confiar (muito)mais...
Eu sempre soube que isso de ter fé era algo magnífico, incrível. É grandioso pensar que essa crença em um Deus tão maravilhoso e em seu amor  imenso acontece com milhares em todo o mundo.
A fé, eu sei, é fantástica quando nos damos conta de que estamos ligados intimamente com um Deus que nunca vimos, nem tocamos, mas que temos a certeza plena de existir, que sentimos e sabemos estar conosco, nos amando e protegendo. E, principalmente, a fé é ímpar quando mobiliza pessoas, grupos, com objetivos comuns como a evangelização, a doação de si aos outros, a mobilização diante da pobreza ou do abandono. A fé se mostra singular, quando nos faz sonhar, quando nos impulsiona a realizar grandes projetos, quando nos encoraja a seguir caminhos tortuosos em busca do bem. Ela é sublime, enfim, quando transforma os corações amargurados, as mentes cheias das maldades e das baixezas do mundo, quando liberta almas destruídas pelo ódio e pelo ressentimento.
É, a fé move não só as montanhas, mas o mundo inteiro. Essa fé em um Deus que é só amor ...

Larissa T.